E quando o amor entre duas pessoas não cabe no peito, nasce uma vida.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Simples assim
"Tenho um olho grande para o pequeno. Talvez por gostar das coisas simples de uma vida comum. Porque não acredito que ela seja tão comum assim. Gosto das histórias pequenas porque dentro da minha cabeça elas se tornam gigantes. Tento manter um horizonte por dentro como defesa. Na verdade, devemos fazer esse exercício de nos esvaziar pra esticarmos a linha do outro. E limpos, somos mais capazes de escutar, com todos os sentidos, o mundo do vizinho.
Gosto da conversa depois de um dia de trabalho para ouvir risada e fazer poesia da vida. Simples assim. Horas simples em que o tempo pára. Gosto das pessoas que acordam a cada dia, cheia de pesos nas costas mas com riso no rosto. Uma forma de não cair num abismo qualquer. Ver na noite o que não achou durante o dia. Gente que acredita que a lua tem um controle remoto do tempo. Contar passos pro encontro. Dividir a vida com o amigo, com o pai, com o irmão, com o vizinho, com quem passa ou passou pela gente.
Eu sei que o mundo às vezes é feio e triste. E que sorriso não é sempre que a gente tem pra dar. E muitos dizem que o momento é ruim. A crise é grave. Que rapadura é doce, mas não é mole. Isso e aquilo. Mas eu digo: isso só nos torna mais fortes. A vida traz um punhado de surpresas. E na verdade eu me sinto uma sortuda. Sorte por ter conhecido amigos como os meus. Sorte por poder abraçar minha filha. Sorte por ter nascido. Sorte por continuar aqui. E no final, a gente só lembra das coisas boas.
Não quero me preocupar com bobagens e só procurar o que me faz realmente feliz. Porque o tempo passa muito rápido. Não gosto de muitas coisas nessa vida. Mas a que menos gosto é que ela é curta demais. Porque estamos aqui pra sermos felizes, darmos amor em troca de nada. Isso é estar presente no presente. Criar sentido se arriscando no estar. Presente. Ainda que nada ganhe. Ainda que doa."
Vanessa Leonardi
sábado, 21 de janeiro de 2012
Gravidez não é sinónimo de engordar!
Ando revoltada com algumas opiniões alheias relativas à minha figura nesta fase da minha vida.
Porque é que toda a gente espera que uma grávida tenha que estar gorda?
Desde o primeiro dia que sou acusada de, usando a linguagem popular, "estar débil".
Perguntam-me entusiasmados o tempo de gestação e duvidam quando o digo. Mas as pessoas pensarão que eu simplesmente minto?
Os meses vão passando e o que ganha peso é só o meu ventre o que dificulta a minha "árdua" tarefa de comprovar a minha gravidez.
É triste que ainda se mantenha a mentalidade de que uma grávida tem de estar gorda e que não se entenda que a bebé está bem de peso e tamanho e as naálises da mamã estão normais e ainda assim ela consiga estar com a sua habitual figura...
Até o médico quis rever os resultados depois de me ver entrar pelo consultório desacompanhada do barrigão e da formosa gordurinha. Mas acabou por concluir: "estás mesmo em forma"!
Poderia tecer várias teorias sobre este assunto, mas nem me atrevo. Limito-me a desfrutar do meu óptimo estado de saúde e de graça.
Porque é que toda a gente espera que uma grávida tenha que estar gorda?
Desde o primeiro dia que sou acusada de, usando a linguagem popular, "estar débil".
Perguntam-me entusiasmados o tempo de gestação e duvidam quando o digo. Mas as pessoas pensarão que eu simplesmente minto?
Os meses vão passando e o que ganha peso é só o meu ventre o que dificulta a minha "árdua" tarefa de comprovar a minha gravidez.
É triste que ainda se mantenha a mentalidade de que uma grávida tem de estar gorda e que não se entenda que a bebé está bem de peso e tamanho e as naálises da mamã estão normais e ainda assim ela consiga estar com a sua habitual figura...
Até o médico quis rever os resultados depois de me ver entrar pelo consultório desacompanhada do barrigão e da formosa gordurinha. Mas acabou por concluir: "estás mesmo em forma"!
Poderia tecer várias teorias sobre este assunto, mas nem me atrevo. Limito-me a desfrutar do meu óptimo estado de saúde e de graça.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
O amor I
O problema de copiar textos da internet é que nem sempre anoto as fontes. Depois quando vou ao baú das pastas do computador e encontro tesouros como este não sei quem foi o autor, mesmo assim, assumo o plágio e vou partilhar porque transcreve os meus sentimentos:
"Muita gente diz que o tempo é inimigo do amor, que as relações se desgastam com o passar dos meses e anos. Mas, isso não é verdade, pois vêm os dias, as noites, mudam as luas e as estações e eu continuo a amar-te com a mesma paixão de quando te conheci.
Na verdade, sinto como se o tempo reforçasse os nossos sentimentos a cada dia, como se os laços que nos unem estivessem mais estreitos e firmes a cada minuto. E o melhor é que esses laços apertados não nos oprimem nem limitam os nossos movimentos, não nos retiram a liberdade individual mas, pelo contrário, dão-nos a sensação exacta da grandiosidade do amor, este sentimento que permite que te completes no outro sem deixares de ser tu mesmo!
Eu amo-te. Cada vez mais e mais a cada dia, porque sei que juntos somos capazes de vencer todas as barreiras, de vencer as horas com alegria e de voar sobre as asas do tempo, sugando os bons ares da experiência que ele proporciona, e tornando-nos cada vez mais confiantes na eternidade deste sentimento que nos une."
"Muita gente diz que o tempo é inimigo do amor, que as relações se desgastam com o passar dos meses e anos. Mas, isso não é verdade, pois vêm os dias, as noites, mudam as luas e as estações e eu continuo a amar-te com a mesma paixão de quando te conheci.
Na verdade, sinto como se o tempo reforçasse os nossos sentimentos a cada dia, como se os laços que nos unem estivessem mais estreitos e firmes a cada minuto. E o melhor é que esses laços apertados não nos oprimem nem limitam os nossos movimentos, não nos retiram a liberdade individual mas, pelo contrário, dão-nos a sensação exacta da grandiosidade do amor, este sentimento que permite que te completes no outro sem deixares de ser tu mesmo!
Eu amo-te. Cada vez mais e mais a cada dia, porque sei que juntos somos capazes de vencer todas as barreiras, de vencer as horas com alegria e de voar sobre as asas do tempo, sugando os bons ares da experiência que ele proporciona, e tornando-nos cada vez mais confiantes na eternidade deste sentimento que nos une."
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Amor Maduro
O amor maduro não é menor em intensidade. Ele é apenas quase silencioso. Não é menor em extensão. É mais definido, colorido e poetizado. Não carece de demonstrações: presenteia com a verdade do sentimento. Não precisa de presenças exigidas: amplia-se com as ausências significantes.
O amor maduro somente aceita viver os problemas da felicidade. Problemas da felicidade são formas trabalhosas de construir o bem e o prazer. Problemas da infelicidade não interessam ao amor maduro.
O amor maduro cresce na verdade e se esconde a cada auto-ilusão. Basta-se com o todo do pouco. Não precisa nem quer nada do muito. Está relacionado com a vida e a sua incompletude, por isso é pleno em cada ninharia por ele transformada em paraíso. É feito de compreensão, música e mistério. É a forma sublime de ser adulto e a forma adulta de ser sublime e criança. O amor maduro não disputa, não cobra, pouco pergunta, menos quer saber. Teme, sim. Porém, não faz do temor, argumento. Basta-se com a própria existência. Alimenta-se do instante presente valorizado e importante porque redentor de todos os equívocos do passado. O amor maduro é a regeneração de cada erro. Ele é filho da capacidade de crer e continuar, é o sentimento que se manteve mais forte depois de todas as ameaças, guerras ou inundações existenciais com epidemias de ciúme.
O amor maduro é a valorização do melhor do outro e a relação com a parte salva de cada pessoa.
Ele vive do que não morreu mesmo tendo ficado para depois.
Vive do que fermentou criando dimensões novas para sentimentos antigos, jardins abandonados cheios de sementes.
Ele não pede, tem.
Não reivindica, consegue.
Não persegue, recebe.
Não exige, dá.
Não pergunta, adivinha.
Existe, para fazer feliz.
Só teme o que cansa, machuca ou desgasta.
"Definição" encontrada em tempos que compreendo e vivo cada vez melhor.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
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